sábado, 7 de novembro de 2015


O DEMÔNIO FAMINTO
por Vitor Barreto.

Vivemos numa sociedade de consumo. Constantemente ouvimos ou lemos tal termo, mas nem sempre temos uma real consciência do que ele de fato implica. O conceito de consumo a que me refiro no presente artigo ultrapassa o entendimento comum do consumo de produtos industrializados. Não trata-se, portanto, de um sinônimo de capitalismo, mas de um culto à exigência. 

Uma sociedade centrada no consumo é aquela mais interessada em receber do que em produzir. As pessoas querem que tudo lhes seja oferecido como "direito fundamental". Em vez de produzirmos, consideramos justo apenas exigir, e essa exigência chega finalmente ao Estado. Assim, nesse sentido, a busca pela satisfação de si mesmo, ou de determinados grupos, é a premissa fundamental, jamais o serviço a Deus. “O significado de liberdade então vem a ser liberdade de consumo”, diz R. J. Rushdoony em seu livro Sovereignty.

Tal mentalidade de "direito ao consumo" é comum à esquerda e ao libertarianismo de direita, como observou Theodore Dalrymple.

"Existe uma aliança ímpia entre a esquerda, que acredita que o homem é dotado de direitos sem deveres, e os libertários da direita, os quais acreditam que a escolha do consumidor é a resposta para todas as questões - uma ideia avidamente adotada pela esquerda, sobretudo naqueles setores nos quais não se aplica. Dessa forma, as pessoas se veem no direito de gerar crianças da forma como bem entendem, e as crianças, certamente, têm o direito de não serem privadas de nada, ao menos nada no plano material." [1]


A raiz dessa alteração do centro da vida social, que anteriormente pautada em Deus passa a se fundamentar no homem, está na negação cada vez maior da transcendência em favor de uma cosmovisão naturalista. Freud, em seu livro “Moisés e o monoteísmo” – um livro demasiado anti-cristão, diga-se de passagem, e que cuja leitura é totalmente desnecessária – faz uma interessante observação sobre a transição efetuada pela religião cristã na ascensão do patriarcado em relação ao matriarcado em antigas religiões pagãs. O psicanalista francês Charles Melman, considerado herdeiro de Freud na França, comenta:


“De fato, há em Freud uma observação, que, aliás, não lhe é pessoal, a qual estabelece que essa passagem do matriarcado para o patriarcado se constituiu um progresso para a humanidade. Progresso espiritual, progresso mental, já que passou das regras da evidência às regras da crença. Precisamos, entretanto, apreender primeiro a diferença entre os dois regimes. Se percebermos que eles advêm de uma estrutura radicalmente diferente, talvez possamos melhor entender o que significa “progresso” aqui; por que razão, efetivamente, podemos falar de progresso? Essa diferença de estrutura se liga a quê? Passamos, acabo de dizer, de um regime fundado na evidência e na positividade, tal como o matriarcado as sustenta, a esse outro regime em que o que importa e o que conduz é a ordem da fé – e remonta ao que nós, analistas, chamamos de pacto simbólico. 
O matriarcado regula, com efeito, a questão da causa, da causalidade. E primeiro, no que concerne à fecundação, ao dizer que o processo se origina num mecanismo evidente e que não poderia ser mais positivo: a mãe é a causa do filho. Estabelece-se, então, um regime em que a mãe, como presente no campo da realidade – quer dizer, enquanto não se funda em nenhum mistério, mas em seu próprio poder, sua própria autoridade –, se encontra investida de potência que é para todos os seres humanos a potência suprema [...] O que não quer dizer que o pai, um dos dois genitores, não serviu para nada. Mas sua função se mostra acessória, de nenhum modo necessária. Mãe e filho são suficientes, então, para assegurar a continuidade de uma cadeia de gerações que, assim, tem a vantagem, vemos bem, de ser sem mistério. [...] O pai da realidade [no Cristianismo], o bravo pai de família, nada mais é do que o representante, o delegado, o funcionário de um Pai situado no real.” [2] 

As antigas religiões da natureza, em especial, eram devotadas aos cultos do feminino, às deusas femininas, geralmente ligadas à fertilidade, pelas razões explicadas por Melman no trecho supracitado. No Antigo Testamento, temos o culto à deusa Astarote despontando dentro de Israel algumas vezes. E apesar da existência de certo patriarcalismo em outros povos, o Ocidente cristão tem a autoridade paterna fundada na religião cristã, quando a transcendência retira o pensamento do homem do reino da evidência e o conduz à fé, à profecia, à eternidade. Em outras palavras, numa sociedade “científica”, tecnicista e naturalista, na qual a religião cristã foi condenada como superstição, assistimos a tendência de destruição da autoridade do pai em favor do retorno do matriarcado, especialmente no século XX, que foi nitidamente alavancado pela revolução sexual que veio arrancar as sementes cristãs que vingaram em terras ocidentais. Mas não só isso: há a explosão de religiões neopagãs que cultuam o princípio feminino. A Wicca é apenas uma delas.

O pai, por outro lado, não retira sua autoridade da “natureza” em uma cosmovisão materialista. Com o cristianismo, aprendemos a lidar com o real que não é encontrado na textura empírica. Esse tipo de introdução simbolizada na figura paterna tornou possível, por exemplo, a descoberta por parte do matemático alemão Cantor dos números ordinais transfinitos. Percebendo que a sequência de números é infinita, ele nomeou esse inatingível de “Aleph”, que simplesmente está fora do campo da realidade. 

Um segundo ponto, profundamente relacionado a essa paulatina negação da transcendência, é a teoria do Contrato Social, um marco da revolução secularizante. Com o Iluminismo, o homem secularizou a doutrina do Pacto em um Contrato entre iguais, uma paródia, onde as vontades dos iguais são o parâmetro; não é, sobretudo, um Pacto de Graça. A obra de John Locke frutificou na França, e marcou a história Ocidental. R. J. Rushdoony, comentando sobre o efeito desse processo dentro da Revolução Civil, dá-nos o entendimento-chave:


“É claro, depois de Rousseau, a vontade de Deus foi substituída por uma nova infalibilidade, a vontade geral das pessoas. Desde que essa vontade geral seja desconhecida até que seja expressada, o estado não tem critério definido exceto um suposto desenvolvimento da vontade geral. Em consequência da substituição da vontade de Deus pela vontade geral, há uma mudança da ênfase dos deveres do homem em relação a Deus para os direitos humanos. Direitos substituíram deveres, o foco da sociedade mudou de produção para consumo. O homem vive como um consumidor, não como uma criatura feita à Imagem de Deus e de quem se requer o serviço a Deus de todo o coração, mente e ser. Não é Deus quem deve ser servido, mas o homem e o estado. Deus como legislador foi substituído pelo homem.” [3]

O homem deixa de ser um servo de Deus para se tornar um consumidor. Isso necessariamente afetaria todas as relações humanas, apesar da resistência cristã. 

Em primeiro lugar, há uma tendência geral de crescimento do infantilismo e uma revolta contra a maturidade. A relação entre um bebê e sua mãe é de completo consumo e dependência. Apenas a maturidade pode conduzir à independência e ao auto sustento. Não por acaso, psicanalistas como o próprio humanista Melman e também o conservador britânico Dalrymple testemunham o mesmo fenômeno, no qual a adolescência se prolonga até idades cada vez mais avançadas. Esse infantilismo governará também todas as relações, inclusive em relação ao estado. Podemos notar corretamente o comportamento claramente infantil de mobilizações estudantis e juvenis. Como crianças pirracentas quando contrariadas por um desejo não atendido, grupos estudantis cada vez mais apelam para a bizarrice no intuito de chamar atenção. Nos EUA, estudantes tocados pelo marxismo destruíram patrimônio institucional sob o pretexto de quererem uma “escola de qualidade”. Eles querem apenas consumir, mas não construir. Ademais, em outro lugar ainda [4], Rushdoony pontua a participação da obra de Freud nessa fonte de infantilização ao estabelecer a infância como o modelo básico e referência para o ser humano, em vez do homem adulto, Adão, que o cristianismo reconhece como o modelo básico.

Em segundo lugar, a destruição da instituição da família e do casamento. O casamento não é mais um Pacto entre Deus, um homem e uma mulher, mas um contrato entre um homem e mulher que é, antes, guiado pelo consumo. Depois da Segunda Guerra Mundial, Rushdoony observa que começou a surgir uma demanda por “manuais de casamento”, especialmente no âmbito sexual, que, finalmente, transformava o casamento numa relação de consumo de prazer. 


Experts, cientistas, sexólogos, substituíram os pastores e sacerdotes como autoridades no casamento”, escreve o teólogo. A técnica científica substituiu a fé Bíblica como fator-chave no casamento. Manuais de casamento agora eram manuais sexuais, e uma vida tão grandemente centrada no ato sexual tornou-se inconscientemente um trabalho para diversão, não para propósito. O Dr. Van de Velde insistiu, “Mas – o marido precisa exercer a maior gentileza, a mais delicada reverência!” A reverência foi transferida da igreja para a cama do casal.” [6]

Com a maior relativização dos valores, essa reverência logo seria também abandonada pelo consumismo de ambas as partes. Em poucas décadas, a educação para o casamento transformou-se em mera educação sexual, para atender ao desejo de consumo [de prazer]. Paulatinamente, as “descobertas científicas” começaram a substituir a moral religiosa no comportamento sexual, em todos os níveis de educação. 

Com o descrédito lançado contra a figura do pai e a relação entre homens e mulheres reduzida ao usufruto de apetites sexuais, temos a retirada completa da família como ente celular na estrutura social. Novos “modelos” de família começaram a surgir desde a segunda metade do século XX. Cada vez mais, mulheres, sozinhas, chefiavam famílias. Filhos são produzidos por inseminação artificial por mulheres que simplesmente não querem ter um relacionamento sério com um homem. A própria maternidade tornou-se apenas um produto de consumo, um “sonho” de mulheres solteiras que poderia ser resolvido com uma visita a um banco de esperma, prescindindo completamente de uma figura paterna. Por outro lado, os filhos também tornaram-se um empecilho para outros sonhos de consumo, como uma carreira bem-sucedida, ou viagens caras e vida de luxos. A famosa “liberdade” das feministas nada mais é do que a liberdade para a satisfação dos desejos de consumo. Tudo tornou-se objeto de consumo através de contratos.

E, ainda dentro dessa perspectiva, há a subversão da função educadora dos pais. Eles devem acomodar-se a um novo papel: não o de educar e inculcar valores objetivos nos filhos; não mais receberem honra; mas são apenas servos dos filhos, e protetores de seu “bem-estar”, proporcionando-lhes a satisfação que eles têm por “direito”.

"
Já que homens e mulheres se associam e têm filhos, a criação destes últimos torna-se apenas uma questão de direitos do consumidor, sem quaisquer grandes implicações morais, semelhante ao ato de escolher entre chocolate branco ou preto; e o Estado não pode discriminar entre formas distintas de associação e da criação dos menores, mesmo quando essa não discriminação é capaz de gerar o mesmo efeito que produziu a neutralidade anglo-francesa durante a Guerra Civil Espanhola." [7]

Em terceiro lugar, relações sociais descartáveis. Não apenas no âmbito sexual, mas em todos os outros. A relação utilitarista na esfera profissional (que é justa em termos bíblicos; vide a parábola dos talentos. É digno de nota que as relações trabalhistas são verdadeiramente contratuais) tendem a estender-se a outras esferas, onde laços são desfeitos quando se avaliam que são insuficientes. O prolongamento da expectativa de vida acarretará problemas no futuro, com um aumento no número de idosos, eventuais “fontes de despesas”. Não surpreendentemente, é possível encontrar quem defenda a eutanásia para casos de pessoas que sofreram graves acidentes, vítimas de doenças, ou qualquer um que assim deseje. 

Em quarto lugar, a busca do prazer a qualquer preço. Charles Melman reconhece uma ligeira mudança de mentalidade para a nova sociedade consumista (que ele chama de “nova economia psíquica”): 


"Foucault, Althusser, Barthes, Deleuze, que não proclamam mais o direito à felicidade, mas ao gozo. [...] não há mais nem autoridade, nem referência, menos ainda saber que se sustente. Estamos apenas na gestão, há apenas prática." [8]

A busca incessante por sensações é a ordem do dia. O espetáculo do absurdo e a quebra de tabus estão na moda. A famosa festa “Sensations” parece ser emblemática. Como Melman observou, “estamos numa sociedade em que a fabricação de objetos aptos a satisfazer os orifícios corporais se tornou uma espécie de exigência e obtém, evidentemente, a concordância coletiva. São objetos maravilhosos, capazes com efeito, de saturar até o esgotamento os orifícios visuais e auditivos. Fabricam-se hoje sons extraordinários que não são mais escutados com os ouvidos, mas com todo o corpo – o corpo vibra com os baixos que o atravessam como raios. São gozos fabricados, artificiais, que fazem parte dos produtos da nova economia psíquica.” [9]

As artes visuais agora tão dramáticas, de cores berrantes, também buscam atender a essa demanda por gozo visual. O body building é lembrado pelo psicanalista dentro do que ele entende por “gozos corporais”. Essa busca por gozo conduz inevitavelmente a uma maior demanda por drogas.

Agora, em quinto lugar, a destruição da alta cultura. Não há mais autoridade além do indivíduo, nem sentido na vida além da satisfação. As grandes obras da tradição ocidental mostram-se, assim, irrelevantes. A emergência desse novo homem consumidor precisa necessariamente romper com o passado e abandonar toda a sua herança, que seguia um sentido oposto ao adotado agora. Alia-se a isso a visão mecanicista de mundo, em que não há mais lugar para o sujeito. Lugar esse que a religião reserva. Sem autoridade e sem tradição, o novo homem também não tem razões para respeitar a alta cultura. O relativismo destruiu o respeito pela erudição e pela capacitação. A sociedade então começa a nivelar-se por baixo, abolem-se os padrões. Essa é a “Invasão Vertical dos Bárbaros” a que referiu-se Mário Ferreira dos Santos, e a conquista do “homem-massa” que o filósofo espanhol José Ortega y Gasset dissecou em “A Rebelião das Massas”. 

Em sexto lugar, há uma subversão do Direito. O Estado deixou de ser um ministro de Deus com objetivo de punir o mal e preservar a ordem social para transformar-se em um garantidor dos “direitos” dos indivíduos e grupos, e, portanto, um responsável pela satisfação dos mesmos. O Direito, ao pé da letra, é colocado a serviço do cumprimento da satisfação de todos os apetites. Aquilo que representa obstáculo à satisfação é entendido como injusto, moralmente incorreto e aqueles que defendem uma moralidade objetiva que regule os apetites são cassados pela “polícia do pensamento”. Melman reconhece isso:



“Tornou-se extremamente difícil fazer valer uma posição que não seja correta, ou seja, uma posição que não vá no sentido dessa filosofia implícita que quer que qualquer pessoa, seja qual for seu sexo, sua idade, possa ver seus votos cumpridos, realizados nesse mundo. Toda reflexão que busque discutir esse implícito é, a priori, barrada, interdita.” [10] 


O Direito agora deixa de servir a objetivos definidos para ser o estado-babá, a garantir saúde, educação, moradia, segurança, alimentação... e também o direito ao prazer.

Theodore Dalrymple, no livro “Nossa Cultura... ou o que Restou Dela”, percebeu que o povo britânico está tão influenciado por essa mentalidade que, quando há um corte de impostos no governo, isso é entendido como “um dinheiro extra para a diversão, como um pai que dá um trocado às crianças para o fim de semana.”. Isso conduz, segundo ele, à uma paralisação da ação, à degradação e à falta de respeito próprio e, pior de tudo, a mais um elemento destruidor de relações familiares. “[...] O Estado britânico retirou, de várias áreas importantes da vida humana, a responsabilidade que tem o indivíduo sobre si mesmo e sua família,” como disse Dalrymple.

Testemunhamos uma luta ferrenha pela legalização das drogas nos nossos dias. Sem valores morais absolutos, o desejo de consumo não pode mais ser interditado pelo Estado. Como Dalrymple percebeu, há um pressuposto na filosofia de John Stuart Mill (algo como, "faça o que quiser desde que não prejudique ninguém"). Esse é, nas palavras dele, um “fundamentalismo filosófico”. Ele diz:


“(...) em outras palavras, não temos nada em comum, a não ser nosso acordo contratual para não interferirmos na vida uns dos outros, enquanto prosseguimos em busca de nossos prazeres privados.” [11]


E com a abolição dos tabus e do modelo de família, como vimos há pouco, estamos testemunhando o absurdo da abominação quando o Comitê de Ética da Alemanha começa a discutir o incesto como um “direito fundamental de parentes para a autodeterminação sexual”. 

Em sétimo e último lugar, vemos o consumismo afetar as igrejas cristãs. Deus agora não é mais servido, mas o servidor de um homem consumidor e repleto de apetites. A Teologia da Prosperidade cresceu porque teve uma demanda que a alimentasse. Deus deve nos dar carros, pagar contas, resolver problemas, realizar “sonhos”... São os crentes quem “determinam” o milagre, não Deus. A transferência de soberania de Deus para o homem é tristemente visível em nossos dias dentro da própria igreja.

É preciso dizer que Melman, que citamos algumas vezes, não é sequer cristão, mas um humanista, e não considera toda essa degradação como motivo suficiente para que o papel da religião seja repensado seriamente na sociedade. Ele conclui sua análise crítica do caos pós-moderno sonhando com um novo humanismo utópico, em que o abandono da religião não precise conduzir à destruição de toda ordem civil, o que é evidentemente um romantismo daqueles que Francis Schaeffer cansou de denunciar como irracional. Não há razão para o homem sem Deus viver em ordem social, promover o progresso ou respeitar a vida. 

Erramos. O Ocidente errou abominavelmente. Não somos deuses. As relações humanas são pautadas a partir do Pacto que Deus tem conosco, onde a moral nos foi Revelada. Ela não estabelece-se de acordo com nossa vontade e conveniência. Como crianças mimadas, nossos contemporâneos não querem mais produzir. A demanda ilimitada por consumo cada vez mais deixa dívidas financeiras para as gerações futuras,o que verifica-se em todas as nações, até as mais ricas. Estamos abrindo buracos e deixando a pobreza como herança pra nossos filhos. Vivemos dias terríveis e o consumismo é um demônio faminto a devorar tudo o que construímos. Não era assim que os puritanos pensavam. Nós devemos viver inteiramente para a Glória de Deus e construir um mundo por amor a Ele, tão somente.

“Porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém.” (Rm 11:36) 

Diante de Deus, temos apenas dívidas, ofensas, pecados. Deus não nos deve nada.  A morte entrou no mundo e nós a merecemos. É a Graça de Deus quem nos sustenta, e tão somente ela. O que podemos fazer pra salvar o Ocidente do colapso? Reconhecer que só ELE é Senhor!

"A revolução começou com a declaração dos direitos do homem, e só terminará com a declaração dos direitos de Deus." (Visconde de Bonald)

Notas:
1.  Theodore Dalrymple, “Nossa Cultura... ou o que Restou Dela”, p. 38.
2.     Charles Melman, “O Homem Sem Gravidade: Gozar a Qualquer Preço”, p. 79.
3.     R. J. Rushdoony, “Sovereignty”, p. 266.
4. ver R. J. Rushdoony, “Revolt Against Maturity”, p. 5-12.
5. R. J. Rushdoony, “Sovereignty”, p. 111.
6. Charles Melman, “O Homem Sem Gravidade: Gozar a Qualquer Preço”, p. 38.
7.  Theodore Dalrymple, “Nossa Cultura... ou o que Restou Dela”, p. 38.
8.     Ibid., p. 40.
9. Ibid., p. 32.
10.   Charles Melman, “O Homem Sem Gravidade: Gozar a Qualquer Preço”, p. 38.
11.   Theodore Dalrymple, “Nossa Cultura... ou o que Restou Dela”, p. 238.